A Lafarge assumiu o compromisso de reduzir mundialmente suas emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2) em 20% no período de 1990-2010, implementar indicadores ambientais e elaborar um plano de reabilitação para suas jazidas. A Lafarge Brasil está fazendo a sua parte para atingir este objetivo.
Redução de emissões de CO2 |
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A produção de cimento é responsável por 98% das emissões de CO2 da Lafarge.
A Lafarge tem consciência do desafio que as mudanças climáticas representam para todo o planeta. Em 2001, a empresa se comprometeu com um ambicioso objetivo firmando uma pioneira parceria com a WWF. O acordo foi renovado em 2009 por mais 4 anos. Em 2010, os objetivos da Lafarge são:
Estas metas vão além dos objetivos definidos pelo Protocolo de Kyoto, que estabelece que os países industrializados devem reduzir suas emissões em 5,2% comparado aos níveis de 1990. |
Combustível alternativo usado na unidade de Araripina (PE) Diferença entre emissões brutas e emissões líquidas de CO2As emissões líquidas equivalem às emissões brutas totais menos as emissões relativas à queima de biomassa e resíduos. CO2 e o cimento
Por que o processo de produção do cimento produz CO2? O processo produtivo do cimento é a fonte de geração de 5% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2). A indústria do cimento é uma produtora natural de CO2:
Ecologia IndustrialA ecologia industrial é uma nova maneira de integrar os recursos ambientais (como energia, matérias-primas e recursos naturais). Inspirada nos ciclos de produção, destruição e reciclagem dos ecosistemas naturais, a ecologia industrial privilegia a utilização de resíduos de um processo industrial como matéria-prima ou combustível em outro. |
Redução no consumo de recursos |
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Para atingir estes objetivos, a Lafarge está:
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Combatendo os gases de efeito estufa localmente |
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No Brasil, a Lafarge já reduziu em 29% as emissões de CO2 em comparação com as emissões de 1990, superando e antecipando a meta mundial do Grupo. Para isso, a empresa investiu no aumento do uso de biomassas como combustíveis, na adição de escória na fabricação de cimento, e no coprocessamento, técnica que permite o uso de resíduos industriais, como plásticos, papéis, borrachas, resíduos oleosos e pneus usados, em substituição aos combustíveis e matérias-primas usadas na fabricação de cimento.
Buscando incentivar o uso da tecnologia de coprocessamento, a Lafarge criou, em parceria com o Grupo Cimpor, a empresa Eco-processa, uma joint-venture especializada no gerenciamento e destruição ecologicamente correta de resíduos.
A Lafarge é a primeira indústria de cimento do Brasil a coprocessar resíduo urbano e é também a única do país a reaproveitar resíduos de gesso da construção civil na produção de cimento. Essas ações têm permitido a preservação de recursos naturais e, ao mesmo tempo, evitam que os resíduos se tornem passivos ambientais e sejam depositados em aterros sanitários.
Em sua unidade produtora de Gypsum em Arapina, Pernambuco, a Lafarge encontrou uma maneira original e eficiente para a destinação das sobras de gesso geradas no processo produtivo: todo o material excedente é destinado à fabricação de blocos de gesso, muito comuns na construção de casas da região. Com esta ação, a empresa reduziu a zero a geração de resíduos estocados na fábrica.
Um outro importante projeto desenvolvido na unidade é a utilização de óleo de semente de algodão como combustível alternativo. Além de permitir a redução de emissões de CO2 da unidade, a iniciativa contribui para a geração de empregos e para a preservação de recursos naturais. Com isso, 100% da energia térmica consumida na fábrica é proveniente de biocombustível. |
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Última atualização em 12/01/2010
